domingo, 12 de fevereiro de 2012

Os Lusíadas, uma épica de inovação

Os Lusíadas escrito por Luís Vaz  de Camões é uma obra reconhecida a nível mundial, sendo estudada, em muitos países e traduzida para inúmeras línguas.
Camões inspirou-se em dois grandes autores antigos Homero que escreveu Iledas e Virgílio que escreveu a Eneida. Camões na sua obra não usou os heróis singulares usou heróis colectivos que são os navegadores,os Reis e os outros imortais dividiu também os seu poema em 4 partes a preposição, a invocação, a dedicatória e a narração.
Os Lusíadas é uma grande obra de grande elogio e gratificação ao povo português. Também inovou na língua, pois no tempo de Gil Vicente falava-se Galaico-português, escrevia-se tudo como se falava, a partir do momento em que Camões escreve os Lusíadas a linguagem muda totalmente passa do galaico-português para o o português moderno.Nesta obra Camões escreve sobre a viagem de Vasco da Gama, sobre o maravilhoso pagão, sobre a História de Portugal e também faz algumas reflexões próprias.

sábado, 4 de fevereiro de 2012



O quadro "A Súplica de D.Inês de Castro", do pintor setecentista português Francisco Vieira (1765-1805).

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sátira sobre Gil Vicente

Gil Vicente destaca-se de muitos tipos de teatro conhecidos, por motivos como as suas personagens e o tipo de sátira utilizada.
   As personagens são muito variadas. Existem desde as personagens tradicionais (pessoas da sociedade) até às figuras teológicas (Diabo, Anjo).
   A sátira está presente na caracterização das personagens, no seu vocabulário, nos seus elementos cénicos, nas suas ações e nos graus sociais. Pode ser severa, sarcástica, mesquinha ou obscena, provocando por vezes o cómico. Gil Vicente usou a sátira, principalmente nos autos de moralidade, com o objetivo de expor e criticar de forma construtiva a sociedade, e levar a audiência a refletir acerca dos maus costumes da mesma.
   Nesses autos de moralidade, a classe mais criticada é o Clero, principalmente o Frade. Gil Vicente critica a sua desobediência pelos votos de castidade, a sua falsidade, o seu materialismo e o seu desprezo pelas coisas espirituais, pensando que por ser frade, vai ter imunidade dos castigos que Deus reserva para os pecadores. Gil Vicente também criticou os políticos (magistrados e corregedores), o Povo (Alcoviteira, Enforcado), a Burguesia (Onzeneiro) e a Nobreza (Fidalgo).
   Gil Vicente critica problemas sociais do século XVI que na atualidade ainda se mantêm, como a corrupção dos políticos, transmitindo a ideia de crítica intemporal. Para além disso, foi buscar inspiração destas críticas a outras culturas e a outros tipos de teatro, como a Comédia Grega, dando a ideia de crítica universal.


 Bibliografia:
   - Machado, Álvaro Manuel; Dicionário de Literatura Portuguesa; Editorial Presença; 1ª Edição; Lisboa; 1996.
   - Barreiros, José Colaço e Guerra, Artur; Dicionário da Literatura Medieval Galega e Portuguesa; Editorial Caminho; 2ª Edição; Lisboa; 1993.
   - Lopes, Óscar e Saraiva, António José; História da Literatura Portuguesa; 14ª Edição; Porto Editora; Porto; 1987.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Biografia de Gil Vicente

  Gil Vicente é considerado o primeiro grande dramaturgo português e também pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico já que também escreveu em castelhano, pensa-se que terá vivido entre 1465-1536, além de poeta há também quem o identifique como ourives, autor da custódia de Belém, mestre da balança, e como mestre de Retórica do rei Dom Manuel. Enquanto homem de teatro, parece ter também desempenhado as tarefas de músico, actor e encenador. Para o renascimento as obras de Gil Vicente é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
Apesar de se considerar que a data mais provável para o seu nascimento tenha sido em 1466, e que poderá ter nascido em Barcelos, mas as hipóteses de assim ter sido são poucas. Guimarães para sua terra natal - hipóteses essa que estaria de acordo com a identificação do dramaturgo com o ourives, já que a cidade de Guimarães foi durante muito tempo berço privilegiado de joalheiros. Lisboa é também muitas vezes defendida como o local certo. Outros, porém, indicam as Beiras para o local de nascimento.
Sabe-se que casou com Branca Bezerra, de quem nasceram Gaspar Vicente (que morreu em 1519) e Belchior Vicente (nascido em1505). Depois de enviuvar, casou com Melícia Rodrigues de quem teve Paula Vicente (1519-1576), Luís Vicente (que organizou a compilação das suas obras) e Valéria Borges.  
O seu primeiro trabalho conhecido, a peça em castelhano Auto da Visitação, também conhecido como Monólogo do Vaqueiro, foi representada nos aposentos da rainha Dona Maria, para celebrar o nascimento do príncipe (o futuro Dom João III) - sendo esta representação considerada como o marco de partida da história do teatro português. Isto ocorreu na noite de 8 de Junho de 1502.
Morreu em lugar desconhecido, talvez em 1536 porque é a partir desta data que se deixa de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desta data    

Gil Vicente -> Brevemente

Olá,
brevemente vou postar um trabalho sobre um dramaturgo português muito conhecido.
Como vou dar o texto "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, o professor de Língua Portuguesa mandou-me fazer um trabalho sobre este conhecido dramaturgo.
Irei postar em breve.



Bem-vindos

   Olá chamo-me Mariana,
Como já devem ter visto, através do cabeçalho, este blogue foi criado para eu postar os meus trabalhos da disciplina de Língua Portuguesa.

Bem-vindos estudantes,
Estudem muito.